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UNIVAJA participa de evento que antecede a cúpula da Amazônia entres os dias 4 e 6 de agosto em Belém no Pará.

Organização leva a luta dos povos do Javari para evento global, que aconteceu em Belém e antecedeu a Cúpula da Amazônia.     A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (UNIVAJA) esteve presente nas atividades que preparam o encontro de presidentes e autoridades políticas dos países Amazônicos, a `Cúpula da Amazônia´. O evento foi realizado na cidade de Belém, no Pará, entre os dias 4 e 6 de agosto e contou com a participação de representantes de entidades, movimentos sociais, centros de pesquisas e agências governamentais do Brasil e demais países Amazônicos. Essas organizações juntas promoveram a `Assembleia dos Povos da Terra Pela Amazônia´. O evento que antecedeu a cúpula da Amazônia teve como objetivo formular sugestões para a reconstrução de políticas públicas sustentáveis para a região. Na oportunidade, o coordenador da UNIVAJA Bushe Matis trouxe as preocupações do Vale do Javari – Segunda maior terra indígena do país, região essa que abriga a maior concentração de povos isolados do mundo.

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Indígenas do Vale do Javari realizam manifestações contra o Marco Temporal.

Manifestações aconteceram na data da retomada do julgamento da tese do Marco Temporal, no Supremo Tribunal Federal(STF).

 

Indígenas  dos povos Kanamari, Matis, Mayuruna, Marubo e Kulina promoveram manifestações contra o Marco temporal, no município de Atalaia do Norte, no Amazonas. As atividades foram realizadas no último dia 7 de Junho, data em que se marcou a retomada do julgamento da tese do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília.

Os indígenas se reuniram na sede da União dos Povos indígenas do Vale do Javari (UNIVAJA) e saíram em marcha pelas ruas até a praça da cidade onde na oportunidade, algumas lideranças indígenas ressaltaram o quanto essa tese retrata mais uma tentativa de extermínio em massa dos Povos Indígenas.

As manifestações realizadas no Vale do Javari somaram forças com outras milhares de manifestações realizadas por indígenas em todo o país. Ao fim, os indígenas retornaram até a sede da UNIVAJA para acompanhar o julgamento.

o Primeiro voto da sessão, e o terceiro do julgamento, foi do ministro Alexandre de Moraes que votou contra a tese do marco temporal. Após o voto de Moraes, o ministro André Mendonça, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu vistas do processo (mais tempo para analisar o caso) e o julgamento foi novamente adiado. Agora, o STF tem até 90 dias para colocar novamente o caso na pauta de votação.

A UNIVAJA destacou que a luta continua e desistir não é uma opção.

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